sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ninfas unidas, jamais serão vencidas!


11/06/12

Dessa vez, mesmo estando na Elfland, eu não me encontrei com os elfos. Saí com as ninfas. Estava de noite e nós invadimos um tipo de hospital psiquiátrico para mulheres. Nos vestimos com os uniformes e nos misturamos entre as pacientes. Uma das ninfas estava conseguiu ferir um enfermeiro e roubar suas chaves. Ela abriu as celas, libertando as pacientes consideradas como as mais perigosas. Uma delas era ruiva e era amiga de Gaion e Serena.
As pacientes se juntaram e fizeram uma rebelião, atacando e matando os enfermeiros. Uma das ninfas conseguiu prender o médico responsável por aquela instituição com a ajuda de suas irmãs. Elas o amarraram em uma cadeira e disseram que agora ele pagaria pelos maus tratos às suas pacientes. A ninfa que estava liderando a rebelião pegou uma faca e abriu a parte de cima da cabeça do homem (como naqueles filmes estranhos) lentamente. Ela se divertia com o sofrimento dele. Eu observava tudo, assustada. Mas não ousava interferir. Elas eram muitas e eu não queria arranjar confusão. Ela enfiou a faca no meio da cabeça do homem e a mexeu como se estivesse mexendo um creme. O homem era um elfo e demorou a morrer. Os elfos são fortes e precisam ser mortalmente atacados ou feridos antes de morrer. Mesmo assim, se um elfo ferido conseguir escapar, ele ainda pode se curar. Mas as ninfas arrancaram a cabeça dele e a jogaram no chão como um lixo. Mais enfermeiros elfos vieram correndo. As ninfas correram cada uma para um lado. Eu fui em outra direção, acompanhada por duas ninfas. Nos aproximamos do portão de ferro. Havia uma grade na parte de cima do portão. Sendo as ninfas aversas ao ferro (assim como os demais elementais), elas me disseram que não conseguiriam passar por ali. Eu disse a elas que as ajudaria passar.
- Por que confiaria em você? Eu vi como  você  sofreu por aquele elfo (ela estava se referindo ao médico) - Disse a ninfa líder da rebelião.
Eu ergui a parte de cima da grade e pulei o portão. Então, o inclinei para a frente enquanto segurava a tela.
- Venham logo. O que estão esperando? - Eu disse impaciente.
A líder das ninfas escalou o portão cuidadosamente e saiu do hospital.
A outra ninfa - devia ser Lola - quase foi apanhada pelos guardas, mas conseguiu fugir.
  Enquanto corríamos, a ninfa ruiva gritou da janela de seu quarto por ajuda. As outras ninfas quebraram a janela e ajudaram-na fugir.
Saímos correndo. Eu estava correndo tão rápido quanto elas. Mas, acabei me separando delas, no meu desespero e passei por um terreno baldio, onde dois elfos sombrios fumavam. Sentados em cima de um monte de Terra. Eles disseram que aquela era a área deles e que eles deveria sair dali. Eu os xinguei. E eles vieram correndo atrás de mim. Por sorte, eu era mais veloz que eles. Corri para uma praça, e fugi me escondendo entre os arbustos e as árvores. Ouvi sirenes. Me escondi embaixo de algumas árvores que estavam enfileiradas, umas bem próximas às outras, formando assim, um esconderijo perfeito.
Vi quatro ninfas se aproximando e as chamei.
- Ei, psiu? Eu estou aqui.
A líder da rebelião se aproximou de meu esconderijo trajando um elegante vestido roxo. Ela parecia em muito, Lídie (leia: A Fúria de Lídie). Elas me deram algumas bolsas para que eu guardasse com elas e pediram para que eu não saísse de meu esconderijo.
   Um guarda as abordou e começou a enchê-las de perguntas. Elas respondiam a tudo calmamente. Mesmo assim, eu decidi que se elas fossem ser presas, eu iria junto porque também participara daquela invasão insana ao Hospital.
- Fique aí. Confie em mim? - Lidie sussurrou discretamente para mim. Acordei.

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