domingo, 25 de maio de 2014

Lola precisa de ajuda!

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 Este outro sonho veio como uma continuação do anterior (As Faces de Marina), eu decidi dividir em dois posts, sendo este, a segunda parte, para que não ficasse muito extenso e que os leitores não ignorassem a parte mais importante de todo esse sonho confuso e maluco.   Marina, sua amiga, eu e um casal (que deveria ser os pais de Marina) entramos em um carro e fomos para a estrada. Eles dirigiram para uma estrada bem longe. No caminho, a amiga de Marina me disse que se chamava Júlia e ela assumiu a forma de uma garota loira, com cabelos curtos e presos. Ela abriu sua mochila e deu cigarros para todo mundo - na verdade, acho que eram drogas e não cigarros - . Todo mundo fumou e ficou doidão. Eu me senti estranha.   Julia, ria como uma idiota e falava para o motorista nos levar para vários lugares com paisagens exuberantes. Eu disse a Júlia que ela era bem legal e disse que ainda que os pais de Marina não vieram porque eles só estragariam o passeio, já que Darla era uma chata. O elfo que estava dirigindo se ofendeu - o que significa que ele era o marido de Darla - e me disse para parar de fumar.   Gaion apareceu dentro de meu corpo (tipo uma possessão leve) e furiosa, me perguntou o que eu estava fazendo ali com aqueles elfos e que aquele elfo que estava dirigindo era mal. Eu não tinha muita certeza se era mesmo Gaion ou se eu estava doidona demais, então me bati contra a porta do carro, repetindo, "deixe de ser paranoica". Gaion ficou quieta.    Eu olhei pela janela do carro e vi Lola passando rapidamente. Estávamos passando perto de um posto de gasolina. Lola estava se escondendo com um sobretudo marrom, que ela usava para cobrir a cabeça. Eu a reconheci mesmo assim e pedi aos elfos para pararem o carro. Eles pararam o carro. Eu pensei por um momento e foi quando percebi que eu não devia estar naquele carro, fumando ou conversando com aqueles elfos. Eles não eram meus amigos. Eu estava confusa por causa da droga, mas saí do carro e entrei no posto. Gaion saiu do meu corpo quando percebeu que era seguro. Procuramos Lola em todo lugar, até que vimos uma estranha trilha de moedas. Não eram moedas brasileiras. Eram moedas grandes e pareciam antigas, eram douradas e prateadas. Seguimos a trilha, mesmo desconfiadas, e fomos enchendo os bolsos com moedas, até chegarmos ao banheiro.  Gaion e eu fomos até o banheiro e olhamos por baixo das cabines. Todas as cabines estavam fechadas. E pareciam estar vazias. - Não tem ninguém aqui. - Disse Gaion após revistar duas cabines. - Então, vamos procurar em outro lugar. - Eu disse, mas quando Gaion e eu estávamos a ponto de sair do banheiro, vimos dois pés delicados, calcando um par de sapatilhas azuis descendo do vaso sanitário. - Ela está ali! - Eu disse e corri para a cabine. Bati na porta e disse - Abra, Lola. Eu sei que está aí. Já vimos os seus pés.   Ela não respondeu. Esperamos por algum tempo e nada. Então, eu desisti e disse a Gaion. - Esquece. Ela não vai falar com a gente. Recolhe essas moedas e vamos embora. Haviam muitas moedas no chão e Gaion recolheu-as e guardou-as em seus bolsos. Dava para ver as pernas de Lola, pela parte inferior da cabine. Ela estava com uma meia marrom e com uma sapatilha azul. Percebi que ela tirou de uma bolsa de costas, um lenço branco bordado. No lenço havia um objeto pontiagudo. Talvez uma faca. - Cuidado, Gaion! - Eu disse, com medo de que Lola saísse da cabine e a machucasse.   Gaion se aproximou de mim e nós duas ficamos paradas. Encarando a cabine onde Lola estava. Lola chorou e desabafou: - Eu preciso de ajuda. Estou cansada de fugir o tempo todo. Eu não tenho dinheiro e nem para onde ir. Essas roupas que estou usando... Roubei de uma garota, ontem.   Gaion e eu nos aproximamos da cabine e eu disse: - Lola, sai dessa cabine. Deixa a gente te ajudar? - É Lola. Confie na gente? - Disse Gaion se abaixando perto da cabine. - Eu tenho medo... - Disse Lola. - Você pode vir comigo, para a minha casa. Se quiser. Não é nenhuma mansão, mas você vai gostar. E, o mais importante, vai estar segura. Pense nisso. - Eu disse. - Eu tenho de ir agora, eles (os elfos) estão me esperando. Mas você sabe onde moro. Pode ir na minha casa quando quiser. - Obrigada. Eu prometo que vou pensar. - Disse Lola suspirando. Eu saí do banheiro e acordei.   Queria poder ajudar essa ninfa. Do que será que ela tem tanto medo? De quem ela está fugindo? Como eu queria saber!

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