sábado, 3 de novembro de 2012

Ninfa sofrida


Num mar prateado
onde as lágrimas se confundem com a água
onde uma delicada ninfa, chora.

Chora a morte do seu amor
derrama as suas lágrimas
pensando no porque
pensando no porque do sangue
pensando no porque do amor
pensando que é injusto
que o amor devia para sempre.

As suas mãos já não se distinguem
as lágrimas do mar, para elas tudo é igual
como o mundo ao seu redor se
parece todo igual.
Apenas os seus lábios e a sua língua
conseguem distinguir as lágrimas, do mar
um pequeno travo, salgado
de cor dourado, apenas isso.
O resto tornou-se monotonia
a melodia desapareceu
o seu coração morreu
o seu rosto desvaneceu.
Restam apenas
as lágrimas derramadas
num mar de prata
impossível de distinguir.




* Se alguém souber o nome do poeta que escreveu esse poema, por favor, me avisem, porque eu não faço a mínima ideia.

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